A leitura propriamente dita de uma Mandala de Mapa Composto


Os Textos aqui apresentados foram extraídos do Capítulo/Volume 18
de minha obra sobre Astrologia da Alma e do Auto-Conhecimento
SEU LIVRO DE VIDA ₢ 2008.



Caro Leitor,
Em relação aos vários Temas que estarão sendo apresentados
neste Trabalho
estes fazem parte e foram extraídos das Aulas 
em meu Curso Amigos das Estrelas sobre
Astrologia em sua teoria:
Minha obra sobre Astrologia da Alma e do Autoconhecimento
 apresentada através 22 Volumes/Capítulos:
SEU LIVRO DE VIDA
Quase Tudo o que Você quer Saber sobre a 
Astrologia da Alma e do Autoconhecimento

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




A leitura propriamente dita de uma Mandala de Mapa Composto

Janine Milward


Dentro desse Mapa Composto, veremos que reina o signo de Capricórnio no Ascendente - e sabemos que o Sol Canceriano possui seu Ascendente em Áries e o Sol Ariano possui seu Ascendente em Libra.  Portanto, existe a necessidade de se encontrar um caminho do meio diante desses Signos em Oposição, e certamente encontraremos os dois outros signos  que fazem parte da Grande Cruz da Encarnação. 





Como encontrar esse signo?  No Mapa Médio, sempre encontraremos os Sóis sendo somados e subtraídos ao meio perfazendo o caminho do meio em termos de signos e em termos de Casas Astrológicas.  No Mapa Composto, sempre tenderemos a encontrar a menor distância entre um Sol e outro Sol em termos de signos, e não exatamente em termos de Casas Astrológicas.  O que vai determinar o posicionamento do Sol em signo  médio/composto é o caminho do meio, e o menor caminho do meio, entre ambos os Ascendentes.

No mapa acima descrito, veremos que engloba ambas as situações que bom.  Porém, ainda nessa Aula sobre Mapa Composto, e um tantinho mais à frente, estarei apresentando ao caro Amigo das Estrelas um exemplo de Mapa Composto com o encontro dos sóis no caminho do meio, por signo, mas não por Casas astrológicas!  Aguarde.
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Existem quatro energias mais fundamentais dentro de nossa leitura do Risco do Bordado, do mapa astral natal.  Elas são, em ordem de importância:

.           nosso Sol - que vem representar nosso Espírito ligado a Deus, ao Tao da Criação, nossa luz maior nessa encarnação;

.           nossa Lua - que vem representar nossa Alma que traz em si, em seu bojo, nosso Espírito, fazendo com que a encarnação possa vir a acontecer com verdadeira Vida;

.          nosso Ascendente - que vem representar nossa encarnação, nossa materialização propriamente dita dentro do Planeta Terra, nossa energia mais concretizada e óbvia e objetivada e que acolhe a Alma e o Espírito e realiza suas funções - através do Ego - e suas missões dentro do Planeta Terra;

.           e finalmente, o arquétipo, o símbolo, que é o Regente do Ascendente, seja Luminar - Sol e Lua - ou seja algum Planeta, e que vem representar nossa forma mais imediata e direta de acionarmos nossa encarnação, na Terra, e por essa mesma razão é chamado de Regente do Mapa.

A partir dessas quatro energias fundamentais, todo o restante do Baile dos Arquétipos entra em cena, em nossa leitura e interpretação do mapa astral natal, bem como dos mapas coadjuvantes.


Nesse Mapa, veremos que o Sol ilumina muitíssimo e de forma extremamente concreta, a área de Filhos, de Criação, de Empreendimentos, de Educatividade, de Alegrias.  Esse Sol rege grande parte da Casa Sete e dá entrada à Casa Oito - lugares de Encontro com o Outro e de bens compartilhados, de riquezas compartilhadas, de revirão de vida!

Portanto, existem todas essas questões mencionadas no parágrafo acima sendo inter-vivenciadas entre si, pelos dois Caminhantes que compõem esse Mapa Composto mas também doando a cada um deles a possibilidade de essas questões virem a ser vivenciados com seus Outros, com as demais pessoas que fazem parte de suas vidas.

Ainda dentro de Casa Cinco, encontraremos Mercúrio e Vulcano taurinos e bem próximos ao Sol taurino, trazendo muita proficuidade de Criação e das demais questões relacionadas a esse lugar.

Mercúrio rege Gêmeos que começa em Casa Cinco mas que dá entrada à Casa Seis, lugar de Trabalho e de ação no cotidiano de vida - vemos que existem pluralidades e proficuidades e diversidades imensas, portanto, dentro dessa atuação de Mercúrio e de Gêmeos, sem dúvida alguma, entre esses dois Caminhantes e para tudo aquilo que ambos podem apresentar ao mundo através essa união.

Mercúrio também pode ser o regente do signo de Virgem que acolhe Saturno ainda em Casa Oito e regente do mapa, do Ascendente, e dá entrada à Casa Nove, lugar de expansão de visão de vida, em todos os sentidos - dentro de signo que fala de Trabalho e de cuidados com a encarnação propriamente dita!  É certo que também penso que Quíron é bom regente do signo de Virgem!  E encontraremos Quíron em Sagitário e bem ao final de Casa Onze já querendo apontar para a Casa Doze, fusionando amizade e atuação social/planetária com direcionamentos para as conclusões de vida e gestações dos novos começos e para os caminhos da iluminação e da liberação - sempre dentro do signo que nos traz os conhecimentos mais avançados e a amplitude de visão e de movimentação da vida e do Planeta Terra, como um todo.

A Lua taurina de Casa Quatro faz com que a vida de raízes e de família e de moradia e de pé no chão planetária para esses Caminhantes seja algo bem concretizado e bem sedimentado e bem enraizado, realmente.   Estando essa Lua ao lado de Vênus também taurina e de Casa Quatro, veremos que existe um imenso desejo e um imenso prazer em todas essas atuações lua/vênus em termos de boa materialização planetária.  Vênus rege o Sol taurino e dá entrada, através o signo de Touro, na área da Criação, a Casa Cinco já tão comentada!  E a Lua rege parte da área de trabalho, a Casa Seis, e dá entrada ao Descendente e à Casa Sete!

Portanto, para ambos os Caminhantes, existe um sentimento de bom enraizamento planetário podendo advir dessa união bem como do trabalho de Criação e dos Empreendimentos e do cotidiano de vida tão pluralizado e das alianças que fazem entre si, esses dois Caminhantes, e que certamente são espraiadas para suas próprias outras alianças e trabalhos e criações e empreendimentos em suas vidas!

Mas veja, caro Amigo das Estrelas, o Fundo do Céu se dá em Áries, signo de singularidade, signo de Eu Sou.  E aí repousa uma fusão subjetiva entre o Sol Ariano e o Sol Canceriano, aliando o signo de Áries ao tema de Câncer, as Raízes!

Portanto, dentro desse Mapa, poderemos ver que essa união proporciona a cada um dos Caminhantes envolvidos no trabalho de Sinastria e de Mapa Composto, uma singularidade própria de seus Eu Sou dentro de suas próprias raízes!    E a verdade é que tudo isso tem que ser bem acolhido e nutrido e alimentado e aninhado e maternalizado, digamos assim, através o cotidiano de vida dessas pessoas - sejam em forma unida ou em forma de suas  vidas individualizadas e separadas -, na ação direta e incisiva de Marte em Casa Seis e em Câncer e de Urano também em Câncer e em Casa Seis (sendo que Urano traz um toque de individuação ainda mais premente e cheia de liberdade e de autonomia, e volta e meia, também um tom errático e cortante, coisas do arquétipo uraniano).

O Ascendente capricorniano denota uma preocupação intensa com os projetos e suas concretizações bem realizadas e o Regente do Ascendente, e regente do mapa, Saturno virginiano e de Casa Oito, trabalha muitíssimo realmente, dentro das riquezas compartilhadas, sejam elas quais forem, objetivas ou subjetivas.  A elaboração dos projetos e seus trabalhos do cotidiano e suas concretizações para a Sociedade são questões fundamentais dentro desse Mapa Composto.

Júpiter aquariano mora em Casa Dois, que bom, trazendo alguma riqueza individual para esses dois Caminhantes, porém existe uma Oposição desse Júpiter aquariano com o Plutão leonino morador de Casa Oito, que gosta de sempre estar trazendo transformações dentro dos bens compartilhados e das riquezas compartilhadas, sejam elas objetivas ou subjetivas.

Esses Planetas regem: Plutão, parte do Escorpião de Casa Dez e dando entrada à Casa Onze, lugares de concretizações das metas de vida e de atuações sociais/planetárias; Júpiter, parte da Casa Onze e dando entrada à Casa Doze, lugares de atuações sociais/planetárias e de conclusões de ciclos e de gestações de novos ciclos e de preparação dos caminhos de iluminação e de liberação.

Portanto, existem riquezas em pessoais e em comum entre esses dois Caminhantes que são orientadas em relação às suas atuações sociais/planetárias e às conclusões de ciclos e gestações de novos ciclos e preparação para seus caminhos espirituais e de avanço de conhecimentos entre o céu e a terra...  E tudo isso acaba sendo muitíssimo confirmado pela necessidade do trabalho em comum entre essas pessoas no sentido de bem compartilharem dessas todas riquezas e atuações em comum, dentro da vida de união entre si como também dentro de suas vidas individualizadas.

Mais acima, quando tratávamos da Sinastria, dentro dos dois mapas vistos separadamente e individualizadamente e depois, vistos de forma entrelaçada, encontramos a inversão dos Signos dentro das Casas, não é verdade, como se formassem um espelho, um para o outro, uma pessoa para outra.   Esse espelho fica ainda mais acentuado, em Netuno, pelo fato deste estar librianamente inteiramente instalado dentro dos Vagões do Trem da Vida desse Mapa Composto, ao alto da Casa Nove, lugar de plenitude de visão de vida planetária, como um todo, e de avanços de conhecimentos, já se preparando para adentrar o Meio do Céu, também em Libra, buscando sempre uma boa harmonização dentro da união em si e dentro das inter-relações outras com o mundo que esses dois Caminhantes atuam!

Netuno libriano e intensamente adentrado nos Vagões do Trem da Vida, rege parte da Casa Dois e dá entrada à Casa Três.  Na Casa Dois, veremos a moradia de Vesta, em comecinho dos Peixes, o arquétipo daquela que jamais deixa a luz da consciência se apagar, encarnação após encarnação.

Essas questões, dentro de um respeitoso ponto de vista kármico, poderá indicar que esses dois Caminhantes não apenas se conheceram nessa vida atual como se re-conheceram, possivelmente sendo trazidos de vidas sucessivas e passadas por seus Vagões mútuos Librianos e, no Mapa Composto, acolhendo Netuno, arquétipo tão fundamental no Risco do Bordado individualizado dessas pessoas!

Os Vagões e Netuno Librianos estão ao alto da Casa Nove, muitíssimo próximos à Casa Dez, lugar de concretização plena desses inter-relacionamentos harmoniosos entre esses dois Caminhantes.

Ao reger a entrada da Casa Três pisciana, Netuno nos diz que traz em seus Vagões muitos e muitos conhecimentos, realmente, tanto pessoais quanto coletivos, tanto conscientes quanto inconscientes.

É interessante percebermos que a Parte da Fortuna desse Mapa Composto vem em Sagitário e em Casa Doze - fazendo uma boa aliança entre o avanço dos conhecimentos exotéricos (Sagitário) com o avanço dos conhecimentos esotéricos (Casa Doze).

E mais interessante ainda é percebermos que Plutão em trânsito em Sagitário estava passeando por esse grau da Parte da Fortuna do Mapa Composto entre esses dois Caminhantes, quando eles se conheceram!

Portanto, Plutão os trouxe à tona, advindos de possíveis vivências sucessivas e passadas, acontecidas em seus Vagões Librianos e tão coletivizados, de seus Trens da Vida!


Com um abraço estrelado,
Janine Milward


CARO LEITOR,
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em várias Versões.
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e estruturado inteiramente no mapa astral natal do Aluno
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Seu Livro de Vida, em 22 Capítulos/Volumes.
http://seulivrodevida.blogspot.com/


Créditos:

Programa Solarfire

Mandala da Transcendência: Maria Cecília Castello Branco